Rafael Menezes
Sócio · ArquiteturaConduz o desenho técnico dos projetos maiores. Vinte anos escrevendo sistemas que precisam ficar de pé, dos bancos ao chão de fábrica.
Sobre a agência
Começamos em 2015 com uma ideia simples: a maior parte dos problemas de tecnologia nas empresas não é falta de ferramenta, é software que ninguém entende mais. Passamos onze anos consertando isso.
A Lógica Nativa nasceu de dois engenheiros cansados de entregar projetos que quebravam seis meses depois. Hoje somos dezoito pessoas e o critério continua o mesmo.
A empresa foi registrada em São Paulo com uma decisão de fundo: não aceitar prazo que só cabe cortando teste. Essa escolha custou alguns contratos no começo. Também é o motivo pelo qual sistemas que entregamos em 2017 seguem rodando sem reescrita.
Trabalhamos com empresas de porte médio, na maioria fora do circuito de startups. Redes de varejo, indústrias, operadoras de serviço. Gente que tem processo consolidado, um ERP legado no meio do caminho e pouca paciência para promessas. É o tipo de cliente com quem sabemos conversar.
Não terceirizamos desenvolvimento. Quem desenha a arquitetura é quem escreve o código e quem atende o suporte depois. Isso mantém o conhecimento dentro de casa e evita a conversa de telefone-sem-fio que costuma afundar projeto de tecnologia.
Princípios
Otimização prematura e truques obscuros criam sistemas que só o autor entende. Escrevemos pensando em quem vai manter daqui a três anos, provavelmente sem nós por perto.
Quando damos um prazo, ele considera testes, revisão e o imprevisto que sempre aparece. Preferimos prometer menos e cumprir a inflar a proposta para fechar o contrato.
Todo código, documentação e acesso ficam com você. Não travamos ninguém em tecnologia proprietária nem em dependência da nossa equipe para operar o dia a dia.
Tratamento de dados pessoais, controle de acesso e registro de operações entram no desenho desde o início, alinhados à LGPD, e não como remendo antes de subir.
Documentamos o que foi combinado por escrito. Menos tempo em call, mais clareza sobre escopo e responsabilidade de cada lado.
Uma interface bonita que cai sob carga não serve para nada. Primeiro o sistema aguenta o dia real; depois refinamos a experiência.
Nossa medida de sucesso
O melhor elogio que recebemos não vem no fim do projeto. Vem dois anos depois, quando o cliente liga para pedir uma função nova e o sistema continua exatamente onde deixamos.
Quem conduz
Cada projeto tem um responsável técnico do começo ao fim. Nada de repassar a conta para uma equipe que nunca falou com você.
Conduz o desenho técnico dos projetos maiores. Vinte anos escrevendo sistemas que precisam ficar de pé, dos bancos ao chão de fábrica.
Responsável pela prática de dados. Constrói pipelines e modelos que a diretoria realmente usa para decidir, não painéis que ninguém abre.
Cuida da nuvem, do deploy e do monitoramento. É quem recebe o alerta às três da manhã para que o cliente não precise.
Traduz o processo do cliente em escopo executável. Faz a ponte entre quem usa o sistema e quem o constrói.
Especialista em modernização de sistemas legados. Já reescreveu software de duas décadas sem parar a operação uma única vez.
Assegura que tratamento de dados e controles de acesso estejam alinhados à LGPD desde a primeira linha de código.
A conversa inicial não custa nada e costuma esclarecer bastante, inclusive quando a resposta honesta é que o seu caso pede outra abordagem.
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